O paradoxo do Eu e a inteligência artificial: por que a IA deve ser braço, não oráculo

Human and machine

Carl Rogers formulou uma das ideias mais elegantes da psicologia humanista: o curioso paradoxo de que só conseguimos mudar de verdade quando aceitamos aquilo que somos agora. À primeira vista, isso parece contraditório. Se eu aceito quem sou, por que mudaria? Se aceito minhas limitações, por que evoluiria? Se aceito minha confusão, minha insegurança ou […]